21.5.11

A menina que não sabia ler - John Harding

Não conhecia nenhum livro de Harding, e quando comprei "A menina que não sabia ler", imaginei que tivesse algo a ver com leitura. Mas, estava enganada. Esse é o ponto negativo do filme: a escolha do título foi equivocada.
Na verdade, o livro fala de Florence e Giles, dois irmãos que perderam os pais e vivem numa espécie de fazenda, sustentados por um tio que nunca vêem. Eles são criados por empregados da casa.
Os irmãos são muito apegados, mas chega o momento em que Giles tem que estudar em um internato, em New York. Florence fica muito triste, sozinha, mas ela tem um amigo que mora a poucos minutos de sua casa, chamado Theo.
Theo e Florence se davam bem, ele tinha uma "queda" por ela.
Depois de um tempo no internato, Giles foi mandado de volta pra casa porque ele era muito frágil e não consegui acompanhar o ritmo da escola. Então, uma preceptora foi contratada para dar aulas a ele, em casa. A preceptora morre afogada e outra professora é contratada. Aí é que começa o bom da história.
Florence acredita que a nova professora é fantasma da que morreu e quer levar seu irmão embora ou matá-lo. Ela chega a ver a professora flutuando no lago e observando-a em todos os espelhos da casa. Então, começa a por em prática um plano para salvar Giles das garras do fantasma, plano esse que conta com a participação de Theo.
Bom, o resto é com vocês. Mas vou avisando que o final é surpreendente.
Até onde pode ir o amor de uma irmã por um irmão? O que você seria capaz de fazer pra salvar a vida da pessoa que você mais ama no mundo?
A Florence fez coisas inacreditáveis e até imperdoáveis, na nossa sociedade. Mas, será que realmente existia um fantasma, ou era tudo fantasia dela?
Espero ter aguçado a curiosidade de vocês.
Boa leitura!!!

p.s.: no início do livro Florence não sabia ler. ela aprende sozinha na biblioteca da casa, logo nas primeiras páginas. acho que o título do livro vem daí. mas, bem que o autor podia ter escolhido algo melhor.

29.4.11

tudo o que eu queria te dizer - martha medeiros

esse livro foi indicação da cris e eu adorei!!!! vocês já devem ter percebido que estou num momento "terapia com martha medeiros", porque estou lendo tudo dela. não tem como não ler gente, ela é demais e os textos são tão humanos, tão reais.
nesse livro, ela escreve cartas, assume personagens que nem eu nem você jamais seremos, e outros que somos nós, sem tirar nem pôr.
as cartas não tem relação umas com as outras. cada uma tem começo, meio e fim e é compreendida por si só. me encontrei em algumas delas, no papel de remetente ou destinatário, e tenho certeza de que se você ler, também vai acabar se encontrando nessas páginas.
depois dá até vontade de comprar uns envelopes e sair escrevendo, coisas que eu nunca tive coragem de dizer, mas que agora, não sei porque, estão aqui, na superfície, prontas pra explodirem.

23.4.11

Selma e Sinatra - Martha Medeiros

mais um na minha lista da martha medeiros. vocês já devem ter percebido que a minha meta é ler todos os livros dela.
selma e sinatra é mais uma excelente terapia. nesse livro a martha fala das personagens que criamos e de como nós as contamos para os outros.
ela me fez pensar que a mentira é algo muito relativo. todos nós temos várias personagens e vamos apresentando elas de acordo com a ocasião. não quer dizer que você finja ou esconda. nós não somos um, somos vários.

Tia Júlia e o Escrevinhador - Mário Vargas Llosa


Coisas de Cris.


Capítulos entremeados entre a Tia Júlia e o Escrevinhador e só agora, quase no final do livro, que percebi isso. Sim, sou loirinha, e esses últimos dias, nem um pouco esforçada.


Podem ler porque a explicação acima só se restringe à mim. Qualquer outro mortal perceberia isso já no 3o capítulo (no máximo).


1 mês com o livro e ainda não terminei, mas já deu para perceber que o problema se encontra comigo né. Sendo assim, coloco-o como Recomendado!!!

Dia Internacional do Livro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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O Dia Internacional do Livro teve a sua origem na Catalunha, uma região semi-autônoma da Espanha.

A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés, propôs este dia para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona.

Em 6 de fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Alfonso XIII assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol.

No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes.

Mais tarde, em 1996, a UNESCO instituiu 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, em virtude de a 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês.

No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que em Inglaterra, naquele tempo, ainda utilizava o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias apara o calendário gregoriano usado em Espanha. Assim Shakespeare faleceu efectivamente 10 dias depois de Cervantes.

22.4.11

Fora de mim – Martha Medeiros



A Martha virou a minha mais nova melhor amiga. É incrível como eu me identifico com o que ela escreve. Quando estou lendo seus livros mais parece que estou conversando ou fazendo análise.

“Fora de mim” mostra que amor é sempre amor, não importa se você tem 15, 20 ou 40 anos. A dor da perda e o recomeço são comuns aos apaixonados, ao ser humano. É como se alguém me dissesse: calma, sei que sua vida parece uma bagunça agora, mas isso vai passar, as coisas vão entrar no eixo de novo.

Me sinto muito bem depois de ler o que ela escreve e é por isso que vou investir na minha terapia, lendo mais livros dela.

Os livros da Martha não são só pra quem está passando por um momento ruim na vida amorosa, mas são pra todos que querem conhecer mais um pouco sobre o ser humano e se prepararem, se é que isso é possível, para as futuras desilusões, que felizmente ou infelizmente, sempre cruzam o nosso caminho.

21.4.11

Huck – Janet Elder



A história de um cachorrinho que ensinou lições sobre esperanças e finais felizes a uma família – e a uma cidade inteira.

Eu comprei Huck por causa da foto de cachorro que tem na capa do livro. Quem me conhece, pelo menos um pouco, sabe do meu amor por animais. Tenho 5 gatos e já tive cachorro também. Adoro livros e filmes sobre cachorros e, tirando aranhas e tubarões, adoro estar perto de animais.

Huck foi um presente para Michael, para ajudá-lo a enfrentar o câncer da mãe. Ele é um adolescente de 12 anos que sempre quis ter um cachorro, mas seus pais nunca deram muita atenção às súplicas pra ganhar o bichinho. Quando sua mãe descobriu que tinha câncer, disse a Michael que ele ganharia o cachorro assim que ela acabasse o tratamento. Dessa forma, Michael teve um conforto no período em que a mãe estava doente. Quando ela terminou o tratamento, ele ganhou Huck, um poodle toy abricó muito lindo.

Quando Huck já estava com 4 meses, a família resolve tirar férias e o deixa com a irmã de Janet, que mora em outra cidade, Ramsey. Depois de 1 dia o cachorro fugiu e a família cancelou as férias para procurá-lo. Foram dias bem angustiantes, mas Janet e sua família contaram com a generosidade dos moradores de Ramsey, que ajudaram na busca por Huck.

O livro é muito gostoso de se ler e pra esse feriado é uma boa pedida.